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A única azenha ativa do rio Alva, no concelho de Penacova, teve, este fim de semana, nova vida, com uma intervenção de fundo que irá permitir, de novo, recuperar a tradicional moagem de grão, especialmente milho, em pedras de mó, movidas a água.

Para Carlos Fonseca, biólogo e responsável pela Medronhalva, empresa com sede em São Pedro de Alva que desde o primeiro momento se associou ao projeto, “a salvaguarda deste património milenar é fundamental para a continuidade de uma atividade basilar na nossa região (a moagem em azenhas movidas pela força da água) e para a sua transmissão às novas gerações”.

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Carlos Fonseca explica que “a intervenção passou pela substituição do eixo principal, dos raios da roda e de algumas pás, entre outros pequenos ajustes”, não deixando de realçar “a importância  que a preservação deste património vivo esteve, uma vez mais, a cargo do proprietário da azenha, com a sábia e geracional mestria do Abel Lopes da Moura Morta e do Américo Diniz do Vimieiro, com o apoio muscular e logístico do José Luís Brito, do Rúben Lopes, do Eurico Santos e da Dona Maria Piedade Coimbra”.

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